quinta-feira, 3 de março de 2011

Instalação de Drivers

A maior dificuldade após uma reinstalação do Windows é a instalação de drivers. Não pelo trabalho em si, que é relativamente fácil, o desafio está em encontrar o driver correcto para determinado hardware. Quando existe o CD de instalação, é fácil, pois o programa encarrega-se de detectar e instalar automaticamente o driver correcto. Mas, quando temos que "caçar" os drivers, então complica-se um pouco.
É muito importante conhecer o que existe no seu computador. Uma boa ferramenta para saber o que há na sua máquina é o PC Wizard, um programa simples e muito útil. Ele faz uma análise completa de todo hardware e software instalado no computador, além de exibir várias hiperligações, com informações sobre os periféricos e drivers para download. É ainda possível criar relatórios completíssimos sobre o computador. Com o PC Wizard você terá conhecimento do que existe na sua máquina. Anote os nomes e modelos de todas as peças, procure os drivers na Internet (isso se você não os tiver), e parta para a formatação e reinstalação do Windows.
Um driver que se deve ter e é praticamente obrigatório nestes casos, é o do modem. Isso porque, caso você não encontre os outros, poderá ligar-se à Internet e fazer o seu download..
Para instalar um driver, primeiro, abra as propriedades do sistema, apertando juntos WinKey (aquela com o símbolo do Windows) e Pause/Break (perto do teclado numérico, à direita), ou então clicando com o botão direito no Meu Computador e indo a Propriedades.
Estando lá, seleccione e abra Hardware, e clique no botão Gestor de dispositivos. Aparecerá uma lista com todos os componentes do seu computador. Os ícones de interrogações amarelas, com uma pequena exclamação de lado, são os componentes "órfãos de drivers". Tente identificar ao que ele se refere. Observe bem o nome: Communication device significa modem; multimedia device, placa de som, e assim por diante.
Iremos utilizar como exemplo a instalação do driver da placa de som, modelo C-Media Mixer CMI8738 onboard. Tendo o driver disponível, descompacte-o numa pasta qualquer; a nossa será a C:\Driver. No Gestor de dispositivos, clique com o botão direito no item Multimedia Device (ou algo parecido), que tem um ícone de uma interrogação amarela. Seleccione Actualizar driver...
No primeiro separador, escolha a opção Instalar de uma lista ou local específico (avançado) e avance.
No próximo separador, deixe marcada a opção Procurar o melhor driver nestes locais. Desmarque a opção Pesquisar mídia removível e marque Incluir este local na pesquisa. Clique no botão Procurar e aponte a directoria onde se encontra o driver descompactado, no nosso caso, C:\Driver. O botão Ok só estará disponível se na directoria apontada houver um driver. Clique em avançar. O Windows identificará o driver, e caso seja o correcto, instalará. Caso não seja este, surgirá um separador informando que não é possível continuar o assistente, pois não foi encontrado o driver correcto. Quando isso acontecer, procure outro driver, e recomece o processo. Em caso de sucesso, um separador informará que correu tudo bem e o hardware está pronto para ser usado. Algumas instalações necessitam de reinicializarão. Finalizando, procure informar-se sempre sobre novos drivers. Eles fornecem melhoras significativas, e exploram ao máximo a capacidade dos periféricos.
Autores: Patrícia Pirraça, Helder Lebreiro e Ricardo Galope

Gestão de Memória

Introdução

A Gestão de memória é um complexo campo da ciência da computação e são constantemente desenvolvidas várias técnicas para torná-la mais eficiente. Na sua forma mais simples, está relacionado em duas tarefas essenciais, sendo elas, a alocação e a reciclagem.
A gestão da memória deve desempenhar as seguintes funções:
 permitir a partilha da memória (para um sistema multi-tarefas);
 permitir atribuir blocos de memória às diferentes tarefas;
 proteger os espaços memória utilizados (impedir, por exemplo, um utilizador de alterar uma tarefa executada por um outro utilizador);
 optimizar a quantidade de memória disponível, nomeadamente por mecanismos de extensão da memória.
A memória é um recurso importante que deve ser gerido com muito cuidado. Chama-se “memória” a todos os componentes electrónicos capazes de armazenar temporariamente dados. Podemos então, distinguir duas categorias de memórias:
 a memória central (chamada de memória interna), permite memorizar temporariamente os dados aquando da execução dos programas. A memória central é realizada com a ajuda de microcondutores, ou seja, circuitos electrónicos especializados rápidos. A memória central corresponde ao que se chama de memória viva.
 a memória de massa (chamada de memória física ou memória externa),permite armazenar informações a longo prazo, incluindo aquando do arranque do computador. A memória de massa corresponde aos dispositivos de armazenamento magnéticos, como o disco duro, os dispositivos de armazenamento óptico, correspondendo por exemplo ao CD-ROM ou os DVD-ROM, bem como as memórias mortas.
A memória tem como principais características: a capacidade, o tempo de acesso, o tempo de ciclo, o débito e a não volatilidade.


Atribuições de instruções e dados à memória (Binding)

A maior parte dos SO permite que um programa possa ser colocado em qualquer posição de memória. No entanto, esta atribuição pode ser em:
 Tempo de compilação – se a localização do programa poder ser conhecida a priori é gerado código com endereços absolutos. Alterações à localização do programa obrigam à sua recompilação.

 Tempo de carga – obriga o compilador a gerar código relocatável, a atribuição do programa a um determinado conjunto de endereços é feita na sua carga para memória

 Em run-time – se durante a execução do programa este poder ser recolocado noutra localização de memória. O que implica a utilização de hardware específico

Endereços Lógicos e Físicos

Nos sistemas actuais, quando a imagem de um processo é gerada, nunca é conhecido o local onde vai ser carregado um processo.
Durante a execução de um processo, este pode vir a ser carregado em zonas distintas de memória.
A separação entre o espaço de endereçamento lógico e espaço de endereçamento físico de um processo é essencial para a Gestão de Memória:
 Endereços lógicos – gerados pelo CPU, também conhecidos por endereços virtuais;
 Endereços físicos – endereços efectivamente enviados para a memória.
O mapeamento (correspondência) entre o espaço lógico e físico é realizado por um dispositivo hardware fundamental:
 Unidade de Gestão Memória ou Memory Management Unit.

Overlays

 Permite que a execução de um programa com tamanho superior ao total de memória disponível
 Apenas ficam em memória as instruções necessárias no momento
 O programador é responsável pelo controlo dos overlays, o SO não tem qualquer papel no seu controlo
 Fora de uso!!!
Swapping

É um mecanismo que permite retirar um processo da memória principal e para a memória secundária (disco), podendo ser utilizado em conjunto com o critério de escalonamento. Pode também ser utilizado em Round-Robin, sendo o processo retirado para o disco assim que terminar o seu time quantum.
Na questão da prioridade, os processos menos prioritários são retirados para o disco até poderem ser executados.
Pode reduzir fortemente a performance do sistema, por exemplo, o tempo necessário para retirar um processo com 1MB da memória e colocá-lo em disco é aproximadamente de 208ms.


Conclusão

A memória principal e os registos e o cache são os únicos dispositivos de armazenamento que o CPU pode aceder directamente. Quando um programa é executado, o seu código tem portanto de ser trazido de disco para a memória central, a imagem do processo é carregada em memória.
Para que o processo possa ser carregado em memória é necessário atribuir-lhe um espaço que pode ser em qualquer zona da memória física que esteja livre, ou num designado por espaço de endereçamento físico do processo.
Uma vez que existem inúmeros processos carregados simultaneamente em memória (residentes), os processos residentes em memória devem ter espaços físicos distintos e têm de existir mecanismos de protecção memória para assegurar a separação entre eles.


Autores: Patrícia Pirraça, Helder Lebreiro e Ricardo Galope

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Protocolos de Routing - Exterior Gateway Protocol (EGP)

      È o protocolo de routing externo mais comum. Execuções de EGP não tentam escolher a melhor rota para um destino. A EGP actualiza informações de distance-vector, mas não avalia estas informações. Os valores de distance-vector de sistemas autónomos distintos não são comparados directamente, porque cada sistema autónomo pode utilizar um critério diferente para desenvolver estes valores. A EGP deixa a decisão da "melhor" rota para outro protocolo. 
(Joana Ferreira e Rita Guerreiro)

Como funciona o RIP

O que faz o RIP trabalhar é o endereçamento de uma base de dados que armazena informações sobre a rota mais rápida de computador para computador, um processo de actualização que permite que cada router possa dizer a outros routers que o percurso é o mais rápido a partir do seu ponto de vista, e um algoritmo de actualização que permite que cada router utilize a sua base de dados com o percurso mais rápido comunicando os routers vizinhos:

Base de dados. Cada router RIP numa determinada rede mantém uma base de dados que armazena as seguintes informações para cada computador na rede:

Endereço IP: O endereço IP do computador.
Gateway: A melhor porta de entrada para enviar uma mensagem dirigida ao endereço IP.
Distância: O número de routers entre este router e o router que pode enviar a mensagem directamente para aquele endereço IP.
Route change flag: Um indicador que indica que esta informação foi alterada, usada por outros routers para actualizar as suas próprias base de dados.
Temporizadores: Vários timers.
realizado por:
Vânia Banza
Fernando Manuel Duarte

Protocolos de Routing

Routing Estático: uma rede com um número limitado de routers para outras redes pode ser configurada com um routing estático. O administrador do sistema constrói manualmente uma tabela de routing estático, que pode ou não ser divulgada para outros dispositivos de routing na rede. As tabelas estáticas não se ajustam automaticamente a alterações na rede, portanto devem ser utilizadas apenas onde os caminhos não sofrem alterações. Algumas vantagens do routing estático são: a segurança obtida pela não divulgação de caminhos que devem permanecer escondidas; e a redução do overhead introduzido pela troca de mensagens de routing na rede.
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Routing dinâmico: redes com mais de um caminho possível para o mesmo ponto devem utilizar routing dinâmico. Uma tabela de routing dinâmico é construída a partir de informações trocadas entre protocolos de routing. Os protocolos são desenvolvidos para distribuir informações que ajustam caminhos dinamicamente para reflectir alterações nas condições da rede. Os protocolos de routing podem resolver situações complexas de routing mais rápida e eficientemente que o administrador do sistema. Os protocolos de routing são desenvolvidos para trocar por um caminho alternativo quando o caminho primário se torna inoperável e para decidir qual é o caminho preferido para um destino. Em redes onde existem várias alternativas de caminhos para um destino devem ser utilizados protocolos de routing.
Autores: Patricia Pirraça, Helder Lebreiro e Ricardo Galope

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

TIPOLOGIA DE REDE EM ESTRELA




Pode-se formar redes com tipologia estrela interligando computadores através de switches, a topologia estrela é caracterizada por um elemento central que controla o fluxo de dados da rede, estando directamente conectado (ponto-a-ponto) a cada nó, daí surgiu a designação "estrela". A informação circula na rede e é enviada de um host para o outro. Toda informação enviada de um nó para outro é enviada primeiro ao dispositivo que fica no centro da estrela, os dados não irão passar por todos os hosts. O concentrador encarrega-se de rotear o sinal para as estações solicitadas, economizando tempo.

-Vantagem: Como este tipo de tipologia não possui uma administração central, caso um equipamento apresente problemas, a rede permanece estável.
-Desvantagem: Pode haver colisões. Qualquer problema no equipamento que é o centro da estrela paralisa a rede.





Mário Anjos
Jorge Sousa
Mykhaylo Bilinkevych

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Tipologia em malha


Tipologia de rede em malha



Tipologia em malha
Este tipo de topologia é feito através de uma ligação ponto a ponto entre cada computador da rede, tendo a vantagem de permitir que cada computador disponha de uma linha privilegiada de comunicação com qualquer outro dispositivo da rede. Como existe uma certa redundância de meios de comunicação entre os vários dispositivos de rede, mesmo que existam falhas em algumas conexões, é improvável que essas falhas impossibilitem a comunicação entre quaisquer dois computadores da rede. Contudo, este tipo de arquitectura pode revelar-se impraticável se for muito grande o número de computadores numa rede local.
Tipologia em malha (Mesh)
Os computadores interligam-se entre si,
ponto a ponto, ou seja, existem diversos
caminhos para se chegar ao mesmo
destino.
Esta tipologia é muito utilizada em WAN’s.
Vantagens:
– Existem vários caminhos possíveis para a
comunicação.
Desvantagens:
– Alta complexidade da rede;
– Elevado preço do equipamento de
interligação de nós.



Este Trabalho foi elaborado por : Odete Colaço e Fernando Domingues